COMUNIDADE JUDAICA HOMENAGEIA VÍTIMAS DO HOLOCAUSTO E RECEBE PRESIDENTE LULA

ATO RELIGIOSO NA SINAGOGA KAHAL ZUR ISRAEL

COMUNIDADE JUDAICA HOMENAGEIA VÍTIMAS DO HOLOCAUSTO E RECEBE LULA NA PRIMEIRA SINAGOGA DAS AMÉRICAS, EM RECIFE

A Confederação Israelita do Brasil (Conib) e a Federação Israelita de Pernambuco (Fipe) realizaram nesta quarta-feira (27) uma cerimônia em Recife para marcar o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, na qual estiveram mais de 600 pessoas e convidados como sobreviventes do massacre nazista, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ministros, lideranças políticas, parlamentares de diversos partidos, autoridades religiosas, representantes diplomáticos, dirigentes comunitários, entre outros.

“Foi um evento de grande envergadura, que coroou nossos esforços para homenagear as vítimas do nazismo e mostrou a vitalidade de nossa comunidade, em especial da comunidade judaica pernambucana, que tanto se empenhou na organização deste evento”, afirmou Claudio Lottenberg, presidente da Conib.

PRESIDENTE LULA

A cerimônia ocorreu na Sinagoga Kahal Zur Israel, a primeira das Américas, fundada no século XVII. O presidente Lula chegou ao evento acompanhado pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, pelos ministros Carlos Minc (Meio Ambiente), Franklin Martins (Comunicação Social), Edson Santos (Política de Promoção de Igualdade Racial), e por Alfredo Manevy, ministro-interino da Cultura, e Clara Ant, assessora especial da Presidência.

Compareceram também o governador de Pernambuco, Eduardo Campos; o governador da Bahia, Jaques Wagner; e o prefeito de Recife, João da Costa Bezerra Filho. Vieram parlamentares de diversos Estados, como o senador Romero Jucá, os deputados federais Marcelo Itagiba, Sérgio Carneiro, Ana Arraes, Charles Lucena, Fernando Ferro, Pedro Eugênio, e o deputado estadual Heitor Férrer.

Do plano diplomático, estiveram o embaixador de Israel, Guiora Becher, a encarregada de negócios e ministra-conselheira da embaixada dos EUA, Lisa Kubiske, entre outros. O cônsul-honorário de Israel no Rio de Janeiro, o jornalista Osias Wurman, também compareceu.

A lista de autoridades religiosas trouxe Dom Fernando Saburido, arcebispo de Olinda e Recife. Também estiveram os rabinos David Weitman, Yossi Schildkraut, Alex Mizrahi e Michel Schlesinger, além de presidentes de sete instituições filiadas à Conib e Jack Terpins, presidente do Congresso Judaico Latino-americano.

A sinagoga Kahal Zur Israel, a primeira das Américas, passou por uma importante reforma para abrigar a cerimônia, realizada em data instituída pela ONU em 2005. “Os eventos anteriores, no Brasil, foram realizados em São Paulo e Rio de Janeiro, e trazer para o Nordeste significou também para nós proporcionar grande visibilidade à vida judaica nesta parte de nosso país e um incentivo a mais para intensificar nossas atividades comunitárias”, declarou Ivan Kelner, presidente da Fipe.

“Pudemos, além de homenagear as vítimas do nazismo, contar a tanta gente a história da Sinagoga Kahal Zur Israel, que remete a outro momento de intolerância e brutalidade, representado pela Inquisição”. A Sinagoga foi fundada durante a ocupação holandesa, e integrantes da comunidade tiveram de fugir, ainda no século XVII, quando da reconquista portuguesa, que significou a volta da repressão religiosa. Após escavações arqueológicas, o prédio da Sinagoga foi recuperado pela comunidade judaica e reinaugurado apenas há cerca de oito anos, com apoio da Fundação Safra, abrigando hoje um centro cultural.

A cerimônia desta quarta-feira começou com um ato religioso, dirigido pelos rabinos. Em seguida, houve uma cerimônia de acendimento de um candelabro com seis velas, cada uma simbolizando um milhão de judeus mortos no Holocausto. Participaram deste ato Ben Abraham, presidente da Sherit Hapleita (Associação dos Sobreviventes do Holocausto), acompanhado por dois jovens da comunidade judaica pernambucana; o governador de Pernambuco e o prefeito de Recife; Joseph Safra, presidente da escola e da comunidade Beit Yaacov ; Jaques Wagner e Marcelo Itagiba; os rabinos; e o presidente Lula.

Após acender a vela, Ben Abraham dirigiu-se ao presidente Lula e enfatizou a gratidão dos sobreviventes do Holocausto pela maneira como foram acolhidos no Brasil. Lula conversou ainda com outra sobrevivente do nazismo, Pola Berenstein, da comunidade judaica pernambucana.

Em seguida, discursaram Ivan Kelner, Claudio Lottenberg, João da Costa Bezerra Filho, Eduardo Campos e o presidente Lula, que participou pelo quinto ano consecutivo da cerimônia do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.

“É um dever moral proteger a memória das vítimas do Holocausto, mas acima de tudo é nossa missão manter acesa a chama da luta pela liberdade e denunciar os regimes intolerantes, quaisquer que sejam eles”, discursou Lottenberg. “Nossa obrigação é denunciar e combater o racismo e o revisionismo histórico, pois negar o Holocausto é inaceitável, inadmissível e um desrespeito à memória coletiva. Quem nega o Holocausto e faz dessa negação uma de suas bandeiras políticas personifica valores incompatíveis com a democracia e a convivência entre diferentes pessoas e origens”, prosseguiu o presidente da Conib.

Em seu discurso, o presidente Lula disse: “Como vocês sabem, o presidente Shimon Peres, o presidente Mahmoud Abbas e o presidente Ahmadinejad estiveram no Brasil recentemente. Durante esses encontros, conversamos longamente sobre a necessidade de uma paz duradoura no Oriente Médio e sobre os obstáculos que vêm impedindo alcançar esse objetivo. Mostrei ao presidente do Irã que é impossível negar o Holocausto, que 60 milhões de vidas foram perdidas na Segunda Guerra Mundial em combates, em enfrentamentos de parte a parte. Mas que os 6 milhões de judeus não foram mortos em combates, foram exterminados. E ninguém tem o direito de desconhecer o extermínio de tanta gente. Falamos também da nossa disposição de dialogar com todos os setores envolvidos, sobre como nosso país, com longa tradição pacifista e de respeito às diferenças, pode contribuir nos processos que visam a resolução dos conflitos na região”.

A visita do presidente brasileiro ao Oriente Médio, prevista para março, também foi tema dos pronunciamentos. Afirmou Lottenberg, que relembrou ainda o fato de o presidente ter se reunido com representantes da comunidade judaica 22 vezes nos últimos sete anos: “Confiamos muito em suas intenções no sentido de um acordo de paz entre israelenses e palestinos. Todos queremos a paz, embora possamos divergir a respeito dos meios e modos mais adequados para atingir a paz que garanta segurança e prosperidade àquela região”.

O presidente Lula , referindo-se a sua viagem a Israel, territórios palestinos e Jordânia, afirmou: “E mais uma vez, em nome do povo brasileiro, levarei até lá nossa mensagem de tolerância e de paz, nossa convicção em defesa do diálogo comum. Uma mensagem que é baseada não em uma utopia, mas na realidade de uma nação onde as mais diversas comunidades convivem em harmonia”.

GERMANO HAIUT

CLAUDIO LOTTENBERG

BEN ABRAHAM, POLA BERENSTEIN e LULA

Quem diria! A própria virtude precisa de limites

"A sorte favorece a mente bem preparada”

"A sorte favorece a mente bem preparada”

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Kamasutram ou Kama Sutra para Nerds

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1.372.309,94  – É O VALOR DA COTA

BARRETOS, 19 DE FEVEREIRO DE 2010 – SEXTA-FEIRA
A primeira parcela da cota do Fundo de Participação dos Municípios para Barretos foi da ordem de um milhão e 372 mil. A verba de janeiro de 2010 é inferior ao valor recebido pela prefeitura em 2009, quando chegou a R$ 1.604.776,06. Vale acrescentar ainda que a verba oficial constitucional recebida no primeiro mês de 2010 é inferior a quantia embolsada em janeiro de 2008, que somou R$ 1.590.403,03.
Não precisa de programa sofisticado de matemática aplicada para ver que os recursos do FPM para Barretos caíram nos dois últimos anos. Basta saber que a cota anunciada para Barretos em 2008 totalizou R$ 19.600.712,93 e o volume obtido em 2009 ficou em R$ 18.205.259,63.
- Há uma promessa política do Palácio do Planalto – feita pessoalmente por Lula – que os municípios serão “compensados” com repasses extras em função da queda da cota do FPM.
O governo federal apresentou recentemente os relatórios envolvendo os gastos municipais barretense com a saúde. O balanço mostrou que Barretos elevou de R$ 411,96 por habitante em 2008 para R$ 448,81 por habitante em 2009 as despesas da saúde. O percentual barretense de investimentos na saúde estava abaixo de 16% no exercício de 2004. Em 2009 os índices ficaram acima de 20%.
Os números revelam as dificuldades de “caixa” e as exigências “prioritárias”. Apesar de uma queda nos valores de repasse constitucional para o município, a atenção para a saúde continua crescente.
O grande problema é que, apesar de a economia global ter voltado a crescer, as necessidades continuam avançando. É verdade que melhorou consideravelmente a atenção para com a saúde barretense. O olhar municipal está mais apurado, mais atento e mais comprometido com o social. Mas quanto maior a atenção, maior a necessidade de investimentos. E não menos.
- E na outra ponta da balança, as exigências crescem e os repasses caem.
Por outro lado, impossível falar em melhoria nas condições de saúde de uma comunidade sem alavancar programas de fomento da educação e do esporte. A qualidade de vida não é medida pelo tratamento de enfermos, mas também incluindo a capacidade de prevenção e comportamentos culturais positivos.
É o que se chama na expressão popular de “cobertor curto”, que descobre os pés para atender a cabeça. Assim é a arquitetura econômica de uma cidade para atender a demanda de todas as legítimas necessidades e a queda de repasses.
A melhor opção é aumentar a estratégica e reduzir as ações demagógicas.

Fonte: O Diário de Barretos

http://www.odiariodebarretos.com.br

União Mundial de Cegos – World Blind Union – Unión Mundial de Ciegos

Who We Are
The World Blind Union (WBU) is a non-political, non-religious, non-governmental and non-profit-making organisation, representing over 160 million blind and partially sighted persons in 177 member countries. It is the internationally recognized organisation speaking on behalf of blind and partially sighted persons at the international level.

The World Blind Union does not provide direct services or programs to blind and partially sighted persons but rather brings together major organizations of blind persons and those providing services and programs to them from around the world. Central to WBU’s work is the prominence of organizations of blind persons in its work and the leadership of blind and partially sighted persons within the Union. Much of the work of the WBU is carried out by its six regions: Africa, Asia, East Asia/Pacific, Europe, Latin America, North America/Caribbean.
Our Vision
The Vision of the World Blind Union is that we live in a community where people who are blind or partially sighted can participate on an equal basis in all aspects of social, economic, political and cultural life.
Our Purpose and Mission
We are a worldwide movement of blind and partially sighted people acting on our own behalf to:

* Eliminate prejudice;
* Promote belief in the proven abilities of blind and partially sighted people;
* Achieve full participation and equality in society.

Quiénes somos

La Unión Mundial de Ciegos (UMC) es una organización apolítica, aconfesional, no gubernamental y sin ánimo de lucro, que representa a más de 160 millones de personas ciegas y con deficiencia visual en 177 países miembros. Es la organización portavoz reconocida a escala internacional que se expresa en representación de las personas ciegas y con deficiencia visual.

La Unión Mundial de Ciegos no proporciona servicios o programas a las personas ciegas o con deficiencia visual de forma directa, sino que se encarga de unir a las principales organizaciones de personas ciegas de todo el mundo, así como a las que se encargan de proporcionar servicios y programas a estas personas. Para el trabajo de la UMC resulta primordial el avance de las organizaciones de personas ciegas, así como la promoción del liderazgo de las personas ciegas y con deficiencia visual dentro de la Unión. Gran parte del trabajo de la UMC se lleva a cabo a través de sus seis regiones geográficas: África, Asia, Asia Oriental/Pacífico, Europa, América Latina y Norteamérica/Caribe.
Nuestra Visión

La Visión de la Unión Mundial de Ciegos se basa en que vivimos en una sociedad en la cual las personas que son ciegas o tienen deficiencia visual pueden participar de forma equitativa en todos los aspectos de la vida social, económica, política y cultural.
Objetivo y Misión

Somos unmovimiento mundial de personas ciegas y con deficiencia visual que actúa por iniciativa propia, con el fin de:

  • Erradicar los prejuicios;
  • Promover la confianza en las capacidades demostradas de las personas ciegas y con deficiencia visual;
  • Lograr la plena participación y la igualdad en la sociedad.

BASHER, ANJO AMIGO!!

Basher e Dani

Porque quando estive triste, foi por sua causa que consegui encontrar forças para levantar, continuar. Quem sabe por que você estivesse lá, frágil, precisando de mim, dos meus cuidados, da minha atenção.

E assim me ensinou a sorrir outra vez. Também a andar de novo. Tantas conquistas, anjo amigo.

Seu amor incondicional enxerga através de mim e se aproxima quando quero confessar a dor em uma lágrima. E põe um sorriso no meu rosto, se jogando no meu colo para brincar, como se soubesse que assim eu vou entender que para ser feliz não é preciso muito.

Obrigada, Basher, por me fazer acreditar que a vida pode ser melhor, mais feliz!

Dani Kovács

O Banco Central e a Casa da Moeda lançaram as novas cédulas do Real

O Banco Central e a Casa da Moeda lançaram as novas cédulas do Real. O objetivo maior é tornar o dinheiro brasileiro ainda mais seguro, agregando as mais modernas tecnologias de produção às notas.

Um novo design para o dinheiro brasileiro

Lançada em julho de 1994, a série de cédulas atual permaneceu praticamente inalterada por 15 anos.

O projeto das novas cédulas brasileiras vem sendo desenvolvido desde 2003 pelo Banco Central em conjunto com a Casa da Moeda do Brasil – CMB, responsável pela produção do dinheiro. As novas cédulas do Real atenderão a uma demanda dos deficientes visuais, que até então enfrentavam dificuldade em reconhecer os valores das notas. Com tamanhos diferenciados e marcas táteis em relevo aprimoradas em relação às atuais, a nova família de cédulas facilitará a vida dessa importante parcela da população. Dotadas de recursos gráficos mais sofisticados, as notas ficarão mais protegidas contra as falsificações

A temática da atual família – efígie da República nos anversos e animais da fauna brasileira nos reversos – será mantida, porém os elementos gráficos foram redesenhados, de forma a agregar segurança e facilitar a verificação da autenticidade pela população. A nova família vai manter a diferenciação por cores predominantes, aspecto que facilita a rápida identificação dos valores nas transações cotidianas, inclusive por pessoas com visão subnormal

As primeiras cédulas a serem lançadas serão as de R$ 100 e de R$ 50, que demandam maior segurança contra falsificações por serem os valores mais elevados em circulação. A substituição do meio circulante será feita aos poucos, à medida que as cédulas atualmente em circulação forem retiradas em decorrência do desgaste natural. No primeiro semestre de 2011, serão lançadas mais duas denominações – R$ 20 e R$ 10 –, devendo toda a nova família estar em circulação em um período de dois anos.

Perguntas e respostas – segunda família de cédulas do Real

1. Por que mudar as cédulas?

O Real se consolidou como uma moeda forte, usada cada vez mais nas transações cotidianas e como reserva de valor. Com o avanço das tecnologias digitais nos últimos anos, é necessário dotar as nossas cédulas de recursos gráficos e elementos anti-falsificação mais modernos, capazes de continuar garantindo a segurança do dinheiro brasileiro nos próximos anos.

2. Por que a mudança está ocorrendo agora?

O projeto das novas cédulas vem sendo desenvolvido há vários anos pelo Banco Central em parceria com a Casa da Moeda do Brasil – CMB. No entanto, a atualização tecnológica das cédulas dependia da aquisição, pela CMB, de equipamentos de impressão mais modernos. Esse processo está sendo concluído em 2010, com a instalação e testes das novas linhas de produção, adquiridas por licitação em 2009.

3. As notas que já estão em circulação continuam válidas?

Sim, as notas antigas continuarão valendo e serão substituídas aos poucos, à medida que forem sofrendo o seu desgaste natural.

4. As notas antigas valerão menos?

Não, as notas antigas continuarão com seu curso legal, com o mesmo valor.

5. Tenho que trocar minhas notas atuais pelas novas?

As novas notas entrarão em circulação através dos bancos comerciais, dos caixas automáticos e da rede de comércio. Não há necessidade de trocar as notas antigas por novas na rede bancária, pois as duas famílias conviverão em circulação por um bom tempo.

6. De que material serão feitas as novas notas?

A segunda família de cédulas do Real será impressa em papel fiduciário, conforme a família atual.

7. Por que o processo de substituição vai se iniciar com as notas de 50 e de 100 reais?

As duas notas de maior valor do meio circulante brasileiro são as que demandam maior proteção contra as tentativas de falsificação.

8. Quando serão lançadas as demais notas?

A previsão é lançar as novas notas de 10 e 20 reais no primeiro semestre de 2011 e as de 2 e 5 reais no primeiro semestre de 2012. As datas exatas dos lançamentos serão divulgadas oportunamente pelo Banco Central do Brasil.

9. Será lançada a nova nota de 1 real?

Apesar de estar contemplada no projeto da nova família de cédulas do Real, a nota de 1 real não tem previsão de lançamento, uma vez que, para este valor, o Banco Central vem priorizando a emissão de moedas, que apresentam uma relação custo-benefício muito superior à das notas, em função de sua durabilidade.

10. Quais são as principais diferenças das novas notas em relação às atuais?

Os novos equipamentos e insumos permitirão a impressão de desenhos mais complexos com maior precisão, aumentando a percepção de uma impressão de qualidade superior. Alguns elementos de segurança já presentes nas atuais cédulas – como a marca d’água, o registro coincidente e a imagem latente – foram redesenhados de modo a facilitar a sua verificação pela população e dificultar a reprodução por falsários. Outra novidade são os tamanhos diferenciados por denominação. Nas notas de 50 e 100 reais, a maior mudança é a inclusão de uma faixa holográfica com desenho personalizado para cada denominação, um dos mais sofisticados elementos anti-falsificação hoje existentes.

11. Por que as novas notas terão tamanhos diferenciados.

O principal motivo é garantir a acessibilidade dos deficientes visuais ao dinheiro brasileiro, oferecendo um recurso confiável para reconhecimento e diferenciação das cédulas.

12. Quais serão as dimensões das novas notas?

2 reais – 12,1cm x 6,5cm;

5 reais – 12,8cm x 6,5cm;

10 reais – 13,5cm x 6,5cm;

20 reais – 14,2cm x 6,5cm;

50 reais – 14,9cm x 7,0cm;

100 reais – 15,6cm x 7,0cm.

13. Por que foram mantidos a figura da República e os animais?

A fim de facilitar a identificação visual e diminuir o impacto da mudança para o cidadão comum, optou-se neste projeto por manter a temática das atuais cédulas do Real. Porém, foram desenvolvidas novas gravuras, tanto da figura da República quanto dos animais que estampam os reversos das notas.

14. Por que foi alterada de vertical para horizontal a orientação dos desenhos nos reversos?

A nova orientação dos reversos permitiu uma diagramação com maior destaque para elementos de segurança importantes para a população, como a marca d’água, e a inclusão dos elementos novos, sem que se perdesse a referência visual das atuais cédulas.

15. Que aspectos das atuais notas se manterão na nova família?

Serão mantidos os valores (2, 5, 10, 20, 50 e 100 reais) e os temas (figura da República e animais da fauna brasileira). A cor predominante de cada cédula também será mantida, porém, como a nova família conta com recursos de produção mais avançados, haverá uma maior riqueza de cores de fundo.

Fonte: Banco Central do Brasil

http://www.bcb.gov.br/

Brasília, 3 de fevereiro de 2010

Assessoria de Imprensa

Imprensa@bcb.gov.br

(61) 3414-3462

Como os cegos diferenciam as notas de dinheiro?

FONTE: http://revistaepoca.globo.com

NOTAS DE REAL

notas de real

05/11/2009 18:15
Como os cegos diferenciam as notas de dinheiro?
As cédulas de real apresentam diferenças perceptíveis no tato apenas quando estão novas. O Banco Central deve adotar modelo estrangeiro para que os cegos consigam identificar melhor os valores. O braile não é uma opção viável

Laura Lopes

Real As notas apresentam apenas marcas de relevo
Em qualquer lugar do mundo é possível reconhecer o valor das notas de dinheiro. Seja na Índia, na China ou nos Estados Unidos, e nem precisa saber a língua nativa, nem mesmo ser alfabetizado. Só há uma exceção para essa regra: os deficientes audiovisuais. Como eles contam dinheiro? Aqui no Brasil, as moedas da segunda família (a segunda geração de moedas de real) possuem tamanhos e espessuras diferentes, algumas são serrilhadas nas bordas, justamente para serem diferenciadas por meio do tato. Já as cédulas têm marcas de relevo que se perdem com o uso. “Essas marcas são pouco perceptíveis, principalmente para os mais idosos. E, com o tempo, as notas vão perdendo o relevo”, diz Regina Fátima Caldeira de Oliveira, deficiente visual e coordenadora da Revisão dos Livros Braille da Fundação Dorina Nowill, de São Paulo.

NOTAS DE EURO

notas de euro

Euro Cada valor tem um tamanho diferente, obedecendo à regra de quanto maior o valor, maior o tamanho. A nota também apresenta marcas táteis em relevo
A primeira solução que vem à cabeça é a inserção de caracteres em braile nas notas. Essa, no entanto, é uma saída pouco útil: o braile sairia com o desgaste das cédulas, assim como acontece com as marcas de relevo atuais. “Além disso, o braile é lido por muitas pessoas cegas, mas não por todas. A gente não quer braile nas notas”, afirma Regina, que participou de reuniões com o Banco Central e a Casa da Moeda, junto a entidades representativas dos deficientes visuais do país, para encontrar uma solução viável e prática para o problema. O BC comunga a opinião da Fundação Dorina. Segundo João Sidney, do chefe do departamento de Meio Circulante, “a tecnologia de impressão não tem sobrevida. Na terceira manipulação da nota, o braile já acaba”.

Apesar da concordância, pouca gente sabe que o braile não é o melhor caminho a seguir. No dia 27 de outubro, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) encaminhou um ofício à Casa da Moeda solicitando informações sobre a viabilidade técnica para implantação desse sistema de leitura nas cédulas e moedas do país. A proposta, feita pelo conselheiro do Amazonas Edson de Oliveira, tem a melhor das boas intenções, em defesa dos direitos dos cegos, já que os mesmos não têm acesso à leitura das notas. Mas não funciona. “Há quem faça isso para melhorar e ajudar, mas devia falar com pessoas que lidam com o problema diriamente e que podem ter a melhor proposta”, diz Regina.

Austrália As notas têm tamanhos diferentes e são reconhecidas por meio de um gabarito
Entre as propostas sugeridas nas reuniões entre as entidades e o governo, a que mais agrada Regina é o modelo adotado na Austrália e nos países que fazem parte da comunidade Européia (e usam o euro). Lá, as notas possuem tamanhos diferentes, crescendo à medida que o valor aumenta. O portador de deficiência visual recebe uma espécie de gabarito que indica o valor da nota, em braile. Ao colocar a nota dentro desse gabarito, sua ponta vai cair sobre o valor correspondente a ela. Serve mais para quem ainda não decorou o tamanho das notas ou não está acostumado àquela moeda.

Canadá Além das notas terem furinhos arranjados de formas diferentes para cada valor (à dir.), um aparelhinho lê a nota e emite um sinal diferente para cada valor, por meio de voz, som ou vibração
Na opinião do BC, no entanto, o modelo canadense é que deve vigorar no Brasil. Segundo o chefe do departamento de Meio Circulante do Banco Central, não é necessário mexer no design ou tamanho do dinheiro. “O Canadá insere nas notas uma tinta invisível diferente para cada valor e distribui um aparelhinho subsidado que reconhece o magnetismo da tinta e emite um sinal para cada valor”, afirma João Sidney. Trata-se de um aparelho pequeno, que pode ser levado no bolso e distribuído gratuitamente pelo Canadian National Institute for the Blind. Sobre o gabarito, adotado pelos australianos e europeus, Sidney diz que não é a melhor solução e, como o reconhecimento é feito pelo tato, pode levar a erros de interpretação. “Eu apostaria nessa tecnologia sonora”, diz. Só não se sabe quando ela entrará em vigor.

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI103120-15223,00-COMO+OS+CEGOS+DIFERENCIAM+AS+NOTAS+DE+DINHEIRO.html

escala de Richter

Descrição Magnitude Efeitos Frequência
Micro < 2,0 Micro tremor de terra, não se sente. ~ 8000 por dia
Muito pequeno 2,0-2,9 Geralmente não se sente mas é detectado/registado. ~1000 por dia
Pequeno 3,0-3,9 Frequentemente sentido mas raramente causa danos. ~49000 por ano
Ligeiro 4,0-4,9 Tremor notório de objetos no interior de habitações, ruídos de choque entre objetos. Danos importantes pouco comuns. ~ 6200 por ano
Moderado 5,0-5,9 Pode causar danos maiores em edifícios mal concebidos em zonas restritas. Provoca danos ligeiros nos edifícios bem construídos. 800 por ano
Forte 6,0-6,9 Pode ser destruidor em zonas num raio de até 180 quilômetros em áreas habitadas. 120 por ano
Grande 7,0-7,9 Pode provocar danos graves em zonas mais vastas. 18 por ano
Importante 8,0-8,9 Pode causar danos sérios em zonas num raio de centenas de quilômetros. 1 por ano
Excepcional 9,0-9,9 Devasta zonas num raio de milhares de quilómetros. 1 a cada 20 anos
Extremo > 10,0 Nunca registrado. Extremamente raro (Desconhecido)

História

A escala de Richter foi desenvolvida em 1935 pelos sismólogos Charles Francis Richter e Beno Gutenberg, ambos membros do California Institute of Technology (Caltech), que estudavam sismos no sul da Califórnia, utilizando um equipamento específico – o sismógrafo Wood-Anderson. Após recolher dados de inúmeras ondas sísmicas liberadas por terremotos, criaram um sistema para calcular as magnitudes dessas ondas. A história não conservou o nome de Beno Gutenberg. No princípio, esta escala estava destinada a medir unicamente os tremores que se produziram na Califórnia (oeste dos Estados Unidos).

Apesar do surgimento de vários outros tipos de escalas para medir terremotos, a escala Richter continua sendo largamente utilizada.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Escala_de_Richter WIKIPEDIA

É uma escala logarítmica: a magnitude de Richter corresponde ao logaritmo da medida da amplitude das ondas sísmicas de tipo P e S a 100 km do epicentro.

A fórmula utilizada é

ML = logA – logA0

onde

A = amplitude máxima medida no sismógrafo

A0 = uma amplitude de referência.

Assim, por exemplo, um sismo com magnitude 6 tem uma amplitude 10 vezes maior que um sismo de magnitude 5. Porém, o sismo de magnitude 6 liberta cerca de 31 vezes mais energia que o de magnitude 5.

Um terremoto com magnitude inferior a 3,5 é apenas registrado pelos sismógrafos. Um entre 3,5 e 5,4 já pode produzir danos. Um entre 5,5 e 6 provoca danos menores em edifícios bem construídos, mas pode causar maiores danos em outros.

Já um terremoto entre 6,1 e 6,9 na escala Richter pode ser devastador numa zona de 100 km. Um entre 7 e 7,9 pode causar sérios danos numa grande superfície. Os terremotos acima de 8 podem provocar grandes danos em regiões localizadas a várias centenas de quilómetros. Na origem, a escala Richter estava graduada de 0 a 9, já que terremotos mais fortes pareciam impossíveis na Califórnia. Mas teoricamente não existe limite superior ou inferior para a escala, se consideradas outras regiões do mundo. Por isso fala-se atualmente em “escala aberta” de Richter.

A primeira escala Richter apontou a magnitude zero para o menor terremoto passível de medição pelos instrumentos existentes à época. Atualmente, no entanto, é possível a detecção de tremores ainda menores do que os associados à magnitude zero, ocorrendo assim a medição de terremotos de magnitude negativa na escala Richter. Inversamente, de acordo com o Centro de Pesquisas Geológicas dos Estados Unidos, aconteceram três terremotos com magnitude maior do que 9 na escala Richter, desde que a medição começou a ser feita.

Na realidade, os sismos de magnitude 9 são excepcionais e os efeitos das magnitudes superiores não são aqui descritos. O sismo mais intenso já registrado atingiu o valor de 9,5, e ocorreu a 22 de maio de 1960 no Chile.

A magnitude é única para cada sismo, enquanto a intensidade das ondas sísmicas diminui conforme a distância das rochas atravessadas pelas ondas e as linhas de falha. Assim, embora cada terremoto tenha uma única magnitude, seus efeitos podem variar segundo a distância, as condições dos terrenos e das edificações, entre outros fatores.[1]

Descrição             Magnitude            Efeitos   Frequência

Micro      < 2,0       Micro tremor de terra, não se sente[2].          ~ 8000 por dia

Muito pequeno    2,0-2,9   Geralmente não se sente mas é detectado/registado.             ~1000 por dia

Pequeno               3,0-3,9   Frequentemente sentido mas raramente causa danos.           ~49000 por ano

Ligeiro   4,0-4,9   Tremor notório de objetos no interior de habitações, ruídos de choque entre objetos. Danos importantes pouco comuns.                ~ 6200 por ano

Moderado             5,0-5,9   Pode causar danos maiores em edifícios mal concebidos em zonas restritas. Provoca danos ligeiros nos edifícios bem construídos.               800 por ano

Forte      6,0-6,9   Pode ser destruidor em zonas num raio de até 180 quilômetros em áreas habitadas.   120 por ano

Grande  7,0-7,9   Pode provocar danos graves em zonas mais vastas.               18 por ano

Importante            8,0-8,9   Pode causar danos sérios em zonas num raio de centenas de quilômetros.     1 por ano

Excepcional         9,0-9,9   Devasta zonas num raio de milhares de quilómetros.             1 a cada 20 anos

Extremo                > 10,0    Nunca registrado.               Extremamente raro (Desconhecido)

Magnitude e intensidade

A escala de Richter não permite avaliar a intensidade sísmica de um sismo num local determinado e em particular em zonas urbanas. Para tal, utilizam-se escalas de intensidade tais como a escala de Mercalli.

A escala de magnitude de momento (abreviada como MMS e denotada como Mw), introduzida em 1979 por Thomas C. Haks e Hiroo Kanamori, substituiu a Escala de Richter para medir a magnitude dos terremotos em termos de energia liberada.[3] Menos conhecida pelo público, a MMS é, no entanto, a escala usada para estimar as magnitudes de todos os grandes terremotos da atualidade. [4] Assim como a escala Richter, a MMS é uma escala logarítmica.

Compromisso cumprido!

12/01/2010 – Com contrato de uso em mãos, mutuários do Conjunto Jone Miziara já podem fazer registros dos seus imóveis

contrato na mão

Os 96 mutuários do Conjunto Habitacional “Jone Miziara”, conhecido como Mutirão do Bairro Ibirapuera, receberam no último domingo, 10 de janeiro/10, no Projeto Cavalgando para o Futuro Certo “Chiquito Costa”, localizado na Rua 16, com as Avenidas Belo Horizonte e Uberlândia, número 3.159, o contrato Real de Uso de suas casas.

A entrega foi feita pela Prefeitura, através do Departamento de Habitação da Secretaria de Desenvolvimento Urbano. Com o documento em mãos todos já podem fazer o registro do imóvel. O ato contou com a presença do prefeito Emanoel Mariano Carvalho, a secretária de Assistência Social e Desenvolvimento Humano, Célia Rodrigues; o secretário de Desenvolvimento Urbano, Edson Marcondes de Souza; os diretores de Departamento, André Jonatas Rebor Borges (Habitação), o assessor técnico Jânio Quadros Matos e o vereador Reginaldo da Silva.

A entrega do contrato foi possível através do convênio Cidade Legal, que é da área de interesse social, estabelecido entre a Prefeitura e o Estado. O prefeito Emanoel Mariano Carvalho enfatizou o compromisso da Prefeitura em legalizar os Conjuntos Habitacionais e Loteamentos, num programa específico que vem sendo desenvolvido pela Prefeitura, beneficiando diretamente o cidadão.
Redator: Patrício Augusto – MTb: 20.128

compromisso assumido e cumprido!

parabéns para o povo e para o prefeito!

Como o mkt da nossa prefeitura é sofrível, eu pessoa física convicto de ser uma ação extremamente louvável, tomo a liberdade de divulgar em meu humilde pedacinho de hiper-espaço a entrega da documentação aos moradores do Ibirapuera, acredito ser algo extraordinário e apenas quem conheceu a realidade daquelas pessoas pode imaginar o quanto Ito é importante para todos, para eles e para nós.

O prefeito está de parabéns por cumprir de forma tão primorosa um compromisso feito ainda na campanha, que muitos acharam ilusório, e que agora é uma realidade.

Parabéns dr. Emanoel, é nisto que acreditamos e vamos em frente que há muito mas o que fazer. Fico feliz de ter presenciado a emoção do compromisso e a felicidade da realização.